Servidor do MP preso por suspeita de pedofilia estava em período de experiência; saiba o que pode acontecer
23/01/2026
(Foto: Reprodução) Servidor do MPTO foi preso pelo GAECO por suspeita de pedofilia
O servidor público preso no Aeroporto Brigadeiro Lysias Rodrigues, em Palmas, por suspeita de crime de pedofilia cumpria estágio probatório no Ministério Público do Tocantins (MPTO). A informação foi confirmada pelo órgão nesta sexta-feira (23), que destacou que o servidor foi afastado do cargo pela Justiça.
A prisão aconteceu na quarta-feira (21). Promotores do MP acompanharam a ação policial no momento que o suspeito retornava de uma viagem.
O nome dele não foi divulgado, por isso, o g1 não conseguiu contato com a defesa. O processo corre em sigilo na Justiça.
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O servidor foi conduzido à própria casa, onde foi cumprido um mandado de busca e apreensão. Segundo a TV Anhanguera, os agentes encontraram indícios do crime durante a busca.
Conforme o MP, o servidor estava no cargo desde o último concurso do órgão, realizado em 2024. De acordo com a Constituição Federal, o estágio probatório no serviço público é de três anos.
O órgão ministerial explicou que o servidor foi afastado por determinação judicial, em processo criminal sobre o caso. Também corre um procedimento administrativo interno para apurar eventual responsabilização.
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Íntegra da nota do MP
Confirmamos que o referido servidor encontra-se em estágio probatório e acrescentamos que ele está formalmente afastado do cargo público por determinação judicial.
Paralelamente à investigação de ordem criminal, o Ministério Público do Tocantins (MPTO) instaurou procedimento para eventual responsabilização na esfera administrativa.
Sede do Ministério Público do Tocantins, em Palmas
MPTO/Divulgação
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